Thursday, February 1, 2007
Apagão mundial
Entre as 18:55 e as 19:00 de hoje, hora portuguesa. Contra o desperdício de energia. As razões estão aqui.
“Como está?, Muito prazer..., Muito obrigado.”
Foi este o diálogo que tive com Mário Soares anteontem. Quando cheguei, à entrada do São Luís Maria Barroso dizia que o seu marido “deveria estar aí a chegar”. Deixei-me estar, ainda saí à rua para confirmar mais uma vez que a bicicleta tinha ficado bem estacionada. Um carro parou. Dele saíram Vítor Ramalho e Mário Soares. Eu estou à entrada. Olho para Mário Soares, que me pergunta “como está?” Apertamos as mãos. “Muito prazer em conhecê-lo.” “Muito obrigado.” E segue. Tanta coisa eu poderia ter-lhe dito. Fica para a próxima.
Tendências Mundiais do Emprego

A OIT, Organização Internacional do Trabalho, publicou recentemente um relatório sobre o emprego a nível mundial.
A constatação mais importante é que o emprego gerado pelo crescimento económico, apesar de este ser elevado, não acompanha o crescimento da população.
A relação emprego/população apresenta um valor cada vez mais baixo.
Veja um resumo do relatório "Tendências Mundiais do Emprego" ou um vídeo do discurso de apresentação.
Today in Letters
Um conceito simples e um site excelente - um excerto da correspondência (ou, ocasionalmente, dos diários) de escritores célebres para cada dia do ano. A entrada de ontem reproduzia uma carta de Henry James a William Dean Howells:
«. . . I don’t at all agree with you in thinking that “if it is not provincial for an Englishman to be English, a Frenchman French etc, so it is not provincial for an American to be American.” So it is not provincial for a Russian, an Australian, a Portugese, a Dane, a Laplander, to savour of their respective countries: that would be where this argument would land you. I think it is extremely provincial for a Russian to be very Russian, a Portugese very Portugese etc; for the simple reason that certain national types are essentially & intrinsically provincial.»
«. . . I don’t at all agree with you in thinking that “if it is not provincial for an Englishman to be English, a Frenchman French etc, so it is not provincial for an American to be American.” So it is not provincial for a Russian, an Australian, a Portugese, a Dane, a Laplander, to savour of their respective countries: that would be where this argument would land you. I think it is extremely provincial for a Russian to be very Russian, a Portugese very Portugese etc; for the simple reason that certain national types are essentially & intrinsically provincial.»
(Desconheço se a grafia 'portugese' era a utilizada na época, se foi distracção do transcritor, ou se Henry James cometeu o mesmo erro que eu tenho de corrigir aos meus patrões pelo menos uma vez por ano.)
Renaissance Man
Goethe e Floribella separados por quarenta minutos. Agora só lhe falta actualizar com mais assiduidade o seu projecto paralelo sobre esporte com propósito.
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