Foi este o diálogo que tive com Mário Soares anteontem. Quando cheguei, à entrada do São Luís Maria Barroso dizia que o seu marido “deveria estar aí a chegar”. Deixei-me estar, ainda saí à rua para confirmar mais uma vez que a bicicleta tinha ficado bem estacionada. Um carro parou. Dele saíram Vítor Ramalho e Mário Soares. Eu estou à entrada. Olho para Mário Soares, que me pergunta “como está?” Apertamos as mãos. “Muito prazer em conhecê-lo.” “Muito obrigado.” E segue. Tanta coisa eu poderia ter-lhe dito. Fica para a próxima.
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